Como a mídia pode incitar a violência e a justiça com as próprias mãos

Enviada em 04/10/2022

Infelizmente, a prática de fazer justiça com as próprias mãos existe no Brasil. Isso se deve à indignação das pessoas com o que é considerado um crime “sem solução”, seja por demora na sentença ou por acharem que a punição para o sujeito não condiz com o cúmulo do delito. Tal comportamento é perigoso para a sociedade, cuja raiva pode ser mal colocada e pessoas inocentes condenadas injustamente. No entanto, os culpados também devem ser julgados de acordo com as leis do país. Portanto, é preciso tomar medidas para fazer justiça com as próprias mãos no Brasil.

Em primeiro lugar, é necessário mencionar algumas razões para esta atitude. Uma delas é que o judiciário brasileiro é bastante burocrático. Como resultado, há atrasos em muitos dos processos que provocam resistência popular, principalmente entre os mais afetados por atitudes criminosas. Além disso, muitas vezes, os indivíduos discordam das sentenças proferidas, mesmo antes da ação judicial ser tomada.

Em segundo lugar, é importante destacar algumas das consequências dessa prática. Uma delas é que a afirmação “violência gera violência” é verdadeira. Isso pode criar um efeito dominó, permitindo que mais e mais pessoas vivam como animais selvagens. Além disso, fazer justiça com as próprias mãos destrói vidas inocentes e induz a má conduta em jovens e crianças. Em suma, fazer justiça com as próprias mãos não é suficiente. Para diminuir o ressentimento popular, é necessário que o governo contrate mais funcionários judiciais para agilizar o processo de divulgação e desburocratizar o sistema brasileiro. Além disso, deve deixar claro para a sociedade como esses processos funcionam para que as pessoas possam ver a justiça sendo feita. Além disso, a mídia, juntamente com as ONGs, deve realizar campanhas de advocacia sobre tais questões na mídia para conscientizar as pessoas e mostrar-lhes as consequências dessas ações. As escolas deveriam pregar essa atitude aos alunos e mostrar que a lei da selva do “olho por olho e dente por dente” não se aplica aos humanos.