Como a precarização das condições de trabalho impacta o crescimento econômico

Enviada em 04/11/2025

De acordo com a Constituição Federal Brasileira de 1988, nenhum cidadão deverá ser submetido a trabalhos degradantes ou em condições de precariedade. Todavia, em toda história do movimento capitalista até os dias atuais, pessoas são submetidas a essas situações. Desse modo, fatores como a omissão do Estado e a falta de educação têm contribuído para essa condição.

Percebe-se, a princípio, que a débil ação dos governantes é um catalisador para o grande número de pessoas que vivem de sub-empregos. Analogamente, de acordo com uma reportagem atual da revista Veja, em pleno século vinte e um ainda existem cidadãos que trabalham em situações análogas a escravidão e sem direitos trabalhistas. Nesse contexto, o governo que deveria fiscalizar, regulamentar essas atividades e proteger socialmente os trabalhadores, por vezes, deixam essas pessoas a mercê dos empresários que se usam do seu poder econômico para ferir os direitos humanos dos seus empregados. Além do mais, quando não se investe na qualidade do trabalho das pessoas toda a economia é prejudicada, pois o maior patrimônio da nação são os cidadãos. Logo, é necessário protegê-los socialmente.

Ressalta-se, ademais, que a falta de educação das pessoas é outro vetor desse problema. Nessa lógica, o escritor Machado de Assis afirmou que: " A maior arma da população contra as injustiças socias é o conhecimento. Paralelamente, é fato que países com baixos índices educacionais são os que pessoas mais se sujeitam a trabalhos degradantes. Portanto, sem a devida formação toda a cadeia econômica do país é prejudicada, porque além desses empregos serem mal remunerados, os indivíduos que vivem nessas condições precisam de mais assistência do Estado e investimentos para sua proteção financeira, física e mental.

Depreende-se, por fim, que os governantes efetivamente ações para mudar esse cenário. Para isso, o Governo Federal, maior gestor dos recursos nacionais, em parceria com o Ministério da educação, devem, mediante a promoção de cursos profissionais, como exemplo, aulas de robótica, uso da inteligência artificial e tecnologia da informação. Tais medidas têm por objetivo capacitar a população para o mercado de trabalho, assim, com essa capacitação não se sujeitando a condições precárias e contribuíndo ainda mais para a economia do país.