Como a precarização das condições de trabalho impacta o crescimento econômico
Enviada em 10/03/2025
Na declaração universal dos direitos humanos, está exposto que, “Todos” os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direito". Porém, tal liberdade
vem sendo cada vez mais violada nos meios laborais por consequência da “pjotização” do trabalho e das longas cargas horárias de serviço, que, por coneguinte promovem o encolhimento do crescimento econômico em razão da má circulação de capital.
Promulgada em 1943 por Getúlio Vargas, a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) vêm sendo ameaçada por um fenômeno contemporâneo, a “pjotização” do trabalho, que promove uma relação sem vímculos impregaticios. Desse modo mutos trabalhadores se veem obrigados a possuirem um MEI (micro emoreendedor individual) para conseguir um emprego, contudo, tornam-se auxentes as suas garantias sauvaguardadas pela CLT.
Para Nietzsch, quem não possue dois terços do dia para si é um escravo, não importando quem seja, nesse contexto, as altas jornadas de serviço tornam os trabalhadores reféns de uma vida quase que completamente ligada ao trabalho, não possibilitando aos mesmos tempo para lazer e cultura. Devido a isso, muitos trabalhadores não circulam o dinheiro que ganham, e por mais que a maior parte da sua renda seja destinada ao consumo, tais pessoas fazem essas aquisições nos mesmos lugares, o que promove o acúmulo de capital por parte dos comerciantes de insumos básicos.
Com objetivo de minimizar tais problemáticas o Estado deveria por força de lei promover a redução da jornada de trabalho e reduzir impostos, com o intuito de trazer mais liberdade e poder de compra para o trabalhador, e assim, melhorar sua qualidade de vida.