Como a precarização das condições de trabalho impacta o crescimento econômico

Enviada em 02/07/2025

Em 1943, a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) foi oficializada por Getúlio Vargas, desse modo, trabalhadores urbanos finalmente tiveram seus direitos assegurados. Todavia, essa realidade está sendo testada e, tristemente, a precarização do trabalho é cada vez mais recorrente no país. Esse cenário acentua a desigualdade social e prejudica o crescimento econômico do Brasil.

Em primeiro plano, é necessário ressaltar como a falta de empregos estáveis aumenta a distância financeira entre pobres e ricos. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), se torna mais significativo a cada ano o número de cidadãos com empregos informais - vagas que não garantem direitos trabalhistas ou salários justos - principalmente entre a população mais carente. Essa situação faz com que o povo tenha menos segurança na vida profissional, tornando a desigualdade mais latente: donos de empresas pagam menos aos funcionários e lucram com isso, enquanto funcionários passam necessidade.

Outrossim, o incerto mercado de trabalho brasileiro é prejudicial à economia estatal. Em função do menor índice de empregos com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) assinada, a quantia de impostos arrecadados pelo governo caí drasticamente, visto que, ao invés de pagar taxas trabalhistas, o dinheiro para na mão dos ricos, e também o povo tende a comprar menos comida, roupas ou outros itens de consumo que também geraria tributos ao Estado. Desse modo, o governo passa a ter um orçamento menor, o que causará um impacto significativo na situação financeira do país que necessitará de novos subterfúgios para se manter.

Portanto, é imprescindível atuar sobre essa problemática. Para isso, o Ministério do Trabalho, em conjunto ao Ministério da Economia - responsável pelo uso do dinheiro da nação -, devem criar uma lei, a qual torne obrigatório um equilibrio na comprança de impostos, de forma que cada cidação pague proporcionalmente ao que recebe, além de endurecer as normas trabalhistas, para não permitir a apermanência do trabalho informal. Dessa maneira, leis trabalhistas, como a de Getúlio Vargas serão cada vez mais presentes na justiça brasileira.