Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada
Enviada em 11/12/2019
“O homem nasce livre e encontra-se acorrentado por todas as partes”. À vista da afirmação do filósofo Rousseau, pode-se fazer um paralelo com a realidade sobre a mortalidade infantil vivênciada pelo Brasil. Desse modo, apesar da redução da mortalidade infantil ser a 4° meta do milênio, no Brasil, em 2018, voltou a subir a porcentagem de crianças mortas. Com isso, sabe-se que a omissão do Estado com gastos sociais e saúde, e, também, a falta de acesso à informação são os principais motivadores para o aumento da mortalidade infantil no Brasil. Dito isso, pode-se ver que cidadãos sentem-se acorrentados no país. Em primeiro lugar, a omissão do Estado com programas sociais e com a saúde pública tornou-se o maior motivo para o aumento da mortalidade infantil no país. Dessa Forma, o congelamento de gastos com saúde, além da diminuição de gastos com assistências sociais como o programa Mais Médicos e Bolsa Família contribuem para a morte de crianças. A cerca de tais afirmações, entende-se que a falta de saneamento básico, de médicos e assistência financeira levam a desnutrição, pneumonia e diarreia que são as principais causas de mortes infantis. Portanto, a omissão do Estado em vários setores favorece o aumento da mortalidade infantil. Em segundo lugar, a ausência de acesso à informação colabora para ampliação de mortes infantis. Diante dessa análise, é necessário entender que além das dificuldades ditas acima, famílias carentes, devido a falta de conhecimento, na maior parte das vezes, não se atentam para cuidados durante a gestação e vacinação infantil após o nascimento. Hoje, no Brasil, são inúmeras as mortes motivadas por esses dois fatores. Logo, as correntes postas na sociedade, ou seja, a falta de acesso à informação, causam mortes de inúmeras crianças no país. Posto isso, constata-de que para reduzir a mortalidade infantil, no Brasil, é necessário que agentes intervanham. Por isso, com o intuito de promover programas sociais e ampliação na assistência à saúde pública, o Ministério da Saúde (MS) deve trazer de vollta programas como o Mais Médicos, pois esse alcança todo o Brasil. Além disso, deve ampliar o saneamento básico, principalmente nas regiões norte e nordeste que tem mais mortes por esse fator. Essas mudanças devem ser feitas mediante a quebra de medidas, como a do congelamento com a saúde, e inserção de mais verbas pelo Estado nesse setor. Ademais, a mídia, em parceria com o MS, deve transmitir em seus programas mais assistidos temas como a importância da vacinação e cuidados na gestação, por meio de escalas de assuntos relevantes para a sociedade. Feito isso, o país estará preocupado em quebrar as correntes impostas pelo mesmo, e com a saúde de sua população.