Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada
Enviada em 08/04/2020
A ciência geográfica relaciona a mortalidade infantil como indicador da qualidade de vida de uma determinada região, sendo agravada por fatores específicos. Hodiernamente, a redução desse problema é uma meta mundial a ser alcançada por todos. Nesse contexto, concatena-se o aumento da qualidade da saúde e a distribuição homogênea de alimentos como garantia do objetivo global.
Em primeira análise, ressalta-se que o acesso à saúde de excelência é inversamente proporcional a taxa de mortalidade infantil. Uma vez que, o principal causador da mortalidade é a ausência de saúde, que abrange desde o simples atendimento médico até questões de saneamento básico e qualidade da água. Esse panorama é corroborado pela OMS que classifica o continente africano com a maior taxa de mortalidade infantil, devido à alta presença de doenças como malária e AIDS. Como consequência, aparece a o baixo desenvolvimento humano da região, seguido de pouco desenvolvimento econômico. Portanto, para se alcançar a meta do milênio é necessário aprimorar a saúde das regiões mais afetadas.
Em segunda análise, destaca-se a distribuição harmônica da produção de alimentos por todo o planeta, como garantia da redução dos óbitos prematuros. Visto que, com a Revolução Verde e o desenvolvimento tecnológico do ambiente agrário, foi possível realizar a colheita necessária de alimentos que consigam abastecer toda a população mundial, contrariando a teoria geográfica de Thomas Malthus. Com isso, o grande problema se torna a distribuição desses recursos, na qual a ausência acarreta na desnutrição e fome, que também são causadores da mortalidade infantil. Evidencia-se que, o óbito prematuro provocado pela fome não se associa a insuficiência da produção, mas a falta de acessibilidade a essa. Desse modo, precisa-se favorecer a aquisição de alimento com o intuito de garantir a redução da mortalidade dos recém nascidos.
Destarte, fica notório que a 4ª meta do milênio está longe de ser conquistada. Sendo assim, cabe aos Chefes das Federações, juntamente, com os seus ministérios, ofertarem uma saúde de qualidade a sua população, principalmente aqueles que não podem pagar pelo serviço. Isso deve ser feito por meio da implantação de saneamento básico e a contratação de médicos que realizem atendimento clínico. Em paralelo, os mesmos devem garantir aos grupos vulneráveis o acesso a alimentos, através da redução de impostos sobre as mercadorias e, consequentemente, a redução dos preços. Com essas medidas, obtém-se as condições básicas de sobrevivência e a redução da taxa de mortalidade infantil, além disso, o progresso da qualidade de vida, assim como proposto pela ciência geográfica.