Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada
Enviada em 26/04/2020
No terceiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos é garantido o direito individual à vida. Contudo, no cenário conflituoso do século XXI, esse direito é negado, prioritariamente, as crianças, que não chegam ao primeiro ano de vida, o que configura a problemática da mortalidade infantil. Logo, para garantir a redução desse embate é necessário promover melhorias no sistema de saúde dos países pobres e políticas de proteção nas nações em guerra.
Primeiramente, é necessário ressaltar que esse problema tem maior incidência em países pobres. Fato que comprova isso é o relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância(UNICEF), o qual afirma que há 50 vezes mais chances de uma criança morrer nos primeiros meses nesses locais do que em países ricos. A justificativa desse resultado é que nesses lugares os hospitais apresentam péssimas condições, o que facilita infecções, e os profissionais de saúde não apresentam preparação adequada. Assim, melhorar o sistema de saúde desses locais é fundamental para proporcionar uma assistência melhor para os récem-nascidos, reduzindo sua mortalidade.
Outrossim é a importância do investimento em politicas de proteção em países em guerra. Casos que demonstram essa necessidade são as fotos, expostas pelo G1, da realidade das crianças na guerra da síria, as quais são mortas e machucadas. Logo, em um contexto de conflito a vulnerabilidade infantil, principalmente daquelas nos primeiros meses de vida, faz com que essas sejam as mais prejudicadas e com menor expectativa de sobrevivência. Dessa forma, esse último fato mostra a necessidade de proteção tanto familiar quanto governamental.
Em suma, o sistema de saúde precário e o contexto de guerra ao qual as crianças estão expostas contribuem para sua mortalidade. Portanto, para reduzi-la é importante que a Organização das Nações Unidas administre acordos entre nações pobres e ricas, que visem o investimento por parte dessas últimas na melhoria da saúde e na educação dos profissionais das nações que precisam, com o fim de melhorar a assistência para as crianças. Outro ponto, é a criação de políticas de proteção por meio do Poder Legislativo de cada país em conflito com leis que garantam abrigo e proteção, principalmente, dos recém-nascidos, a fim de garantir seu cuidado. Desse modo, o terceiro artigo da declaração será algo real para esses menores.