Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada
Enviada em 25/05/2020
No período da Idade Média era evidente o alto número de crianças falecendo, pois naquela época a medicina não era tão avançada. Entretanto, nota-se que mesmo com o avanço medicinal a mortalidade infantil ainda é notória, devido à fatores relacionados com a fragilidade no sistema de saúde pública e as dificuldades econômicas. Por isso, é importante que haja uma melhoria nesse sistema a fim de evitar impasses.
A princípio, nota-se que o sistema público de saúde não está sendo valorizado economicamente. Uma vez que, segundo o Ministério da Saúde, os hospitais públicos são àqueles na qual há mais mortes, fato este que deve ser associado a falta de investimentos em equipamentos e medicamentos necessários para o tratamento dos doentes. Desse modo, é notório que a fragilidade no nesse setor corrobora para o crescimento da mortalidade infantil.
Ademais, as condições econômicas de um individuo podem dificultar à busca pela melhoria da saúde. Nesse contexto, na série Grey’s Anatomy a personagem Merededithe Grey, dona de um hospital, elabora um artigo que fala sobre a dificuldade que as familias mais carentes enfrentam para poderem dar um atendimento de qualidade nos hospitais, em virtude de suas condições financeiras não serem suficientes. Dessa forma, é perceptível que a falta de renda pode agravar no aumento da mortalidade infantil, pois não são todos que possuem recursos para tratamentos particulares.
Portanto, medidas são necessárias para a redução da mortalidade infantil. Logo, é necessário que o poder governamental em parceria com o Ministério da Saúde, promovam medidas que visem melhorar o atendimento a saúde pública, por meio de investimentos nesse sistema ,como por exemplo no aumento de recursos financeiros direcionados aos medicamentos e materiais que auxiliem no tratamento infantil, para que assim as crianças possam usufruir de uma saúde de qualidade e pública. Assim, o Brasil não acompanharia os moldes da Idade Média, na qual havia muitas mortes pela fragilidade medicinal, mas sim haveria a manuntenção da vida e o direito a um atendimento de qualidade.