Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada
Enviada em 13/07/2020
A Constituição Federal, documento de maior soberania no território nacional, declara a saúde como um direito fundamental de todo cidadão. Entretanto, conforme as informações mencionadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), permaneceram instáveis os índices de mortalidade infantil nos últimos anos. Isso se evidencia não só pelos agravantes socioeconômicos das gestantes, mas também pela falta de assistência médica estatal.
Em primeiro lugar, torna-se evidente os fatores emergentes responsáveis pelo aumento nos casos de óbitos infantis, tendo em vista os relatórios noticiados. por meio do Ministério da Saúde (MS), tais como a falta de informação, além dos cuidados e acompanhamentos médicos, isto é, o pré-natal não é realizado de maneira devida. Conforme as informações relatadas, a ausência de políticas públicas tem contribuído para os elevados índices de mortes entre os recém nascidos. Correlativo a esse fato, é de suma importância observar a perspectiva do social democrata Ferdinand Lassale, segundo o político, é dever do Estado propor reformas econômicas e sociais.
Em segundo lugar, na obra ’’ A pesca ’’ de Albert Camus, relata a história de uma epidemia na África, além disso, o autor questiona as mazelas sociais e os efeitos provocados, tal como o aumento da pobreza, da mortalidade infantil e os índices de desnutrição. De maneira análoga, é importante salientar que, tais condições socioeconômicas apresentadas na obra são fatores responsáveis pelos perigos que emergem uma gestação de risco, pois essas problemáticas comprometeriam o bem-estar, desenvolvimento do bebê, além de potencializar enfermidades.
Dessa forma, faz-se necessário que o Ministério da Saúde em concomitância com os meios midiáticos adotem planos estratégias para amenizar os impactos de mortalidade infantil, por intermédio de políticas públicas e mecanismos informacionais, isto é, propor a disponibilidade de mais investimento, nos programas de pré-natal, reformas de infraestrutura, contratação de mais profissionais da saúde, além de divulgar e informar sobre a importância da realização assistencial médica, com a finalidade de atenuar as taxas de óbitos.
Ademais, o Ministério da Economia (ME) poderia viabilizar ações que amenizasse as condições precárias dessas gestantes, por meio de um auxílio financeiro a para garantir boas taxas nutricionais, compras de remédios, além de despesas rotineiras, com o intuito de garantir o desenvolvimento embrionário da gestante.