Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada

Enviada em 20/07/2020

Sabe-se que, na década de 70 do século XX, o Brasil, por meio de investimentos na área da saúde, vivenciou um projeto chamado de “Reforma Sanitária”, objetivando a diminuição da taxa de mortalidade da nação, principalmente, da infantil. Apesar disso, o número de mortes infantis permanece preocupante, pois esse problema, além de impactar negativamente a economia do país, devido a diminuição de mão de obra ativa. Também evidencia o despreparo e o desleixo do Estado e das instituições de ensino em combater esse infortúnio, que nos países desenvolvidos já se mostra ínfimo.

Nesse contexto da ineficácia do poder público, pesquisas divulgadas pelo site de notícias G1 mostram que, no ano de 2018, a diferença do número de mortes infantis do Brasil para dos países desenvolvidos, por exemplo, o Estados Unidos, ultrapassa mais de 20 mil mortos. Esse fato evidencia uma falha em um dos principais pilares de formação de uma sociedade, que é o direito, concedido pela Carta Magna, a saúde. Devido a isso, o Brasil enfrenta inúmeros problemas, tanto econômico, por exemplo, o envelhecimento da população, quanto social, como o descontentamento da população. Assim, cabe ao governo federal a elaboração de medidas que eliminem esse problema alarmante.

Ademais, uma parcela da sociedade, principalmente as que habitam locais periféricos das cidades, como as favelas, carecem de informações educacionais quanto aos cuidados que são necessários para o desenvolvimento adequado de uma criança. Esse fato é observado na quantidade expressiva de patologias infantis relacionadas a parasitas, por exemplo, a ascaridíase, que é adquirida pelo consumo de água e alimentos contaminados.Tal infortúnio, apesar de ser preocupante, não exige processos de difíceis aplicações ou que necessitem de altos investimentos financeiros, precisando, apenas, de um maior comprometimento das instituições de ensino em propagar informações que colaborem com a erradicação dessa adversidade.

Portanto, o Governo Federal, em conjunto com o Ministério da Saúde, deve aumentar, por meio de uma administração mais responsável do dinheiro público, os investimentos  no Sistema Único de Saúde (SUS), com o fito de diminuir a mortalidade infantil, gerando, consequentemente, benefícios sociais e econômicos para o país. Outrossim, as instituições de ensino devem intensificar, por meio de palestras e seminários, a propagação de informações relacionadas a doenças que comumente acometem crianças, objetivando a diminuição de patologias, que, muitas vezes, ocasionava a morte.