Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada
Enviada em 21/10/2020
Sem dúvidas é de extrema importância que uma nação tenha a saúde da população como uma de suas principais prioridades. Tal direito social que deve ser assegurado pelos poderes públicos de um país sem distinção de raça, religião, ideologia política e condição socioeconômica. No entanto existem problemas de saúde pública que atingem muitas regiões do mundo
A organização das nações unidas (ONU) criou, no ano de 2000 as chamadas metas do desenvolvimento do milênio, que incluem oito objetivos de melhorias no padrão de vida, a serem alcançadas até 2015. O quarto plano do tal projeto era diminuir a taxa de mortalidade infantil no mundo. Tal problemática que atinge, principalmente os países subdesenvolvidos, com baixos índices de Desenvolvimento Humano (IDH).
As cinco nações que apresentam as maiores taxas de mortalidade infantil, por mil habitantes no planeta são: Afeganistão (154/mil), Chade (128/mil), República Democrática do Congo (115/mil), Angola (114/mil) e Guiné-Bissau (111/mil). O cenário até que melhorou pois, conforme dados do Fundo das Nações Unidas para a População (FNUAP), em 1990 a taxa de mortalidade no mundo era de 65 por mil. Já em 2009, essa média teve significativa redução, pois caiu para 46 óbitos por mil. Entretanto, medidas ainda são necessárias para que haja ainda mais diminuição da taxa, como por exemplo assistência e orientação às grávidas e às parturitentes, uma melhor assistência hospitalar aos recém-nascidos, criação de vacinas, para combater doenças que possam afetar a saúde da criança, combate à fome, pois no continente africano, muito afetado por tal problemática, a desnutrição é o principal responsável pela mortalidade infantil, e também é necessário uma melhoria do saneamento básico, para evitar a contaminação da água e a propagação de enfermidades.