Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada

Enviada em 12/10/2024

No documentário “Aqui tem SUS”, são apresentadas as experiências exitosas das secretarias municipais de saúde de todas as regiões do Brasil em relação à mortalidade infantil, visando ao fortalecimento da assistência e ao acompanhamento das gestantes e dos bebês. Nesse sentido, é evidente que diversas ações estão sendo realizadas para diminuir essa taxa de mortalidade infantil; no entanto, ainda ocorrem, nos dias atuais, casos de falecimento. Sob essa perspectiva, é essencial analisar a desigualdade social e a violência infantil.

É lícito afirmar, primeiramente, que a desigualdade social é um dos principais fatores da mortalidade infantil. Nesse contexto, de acordo com o Ministério Público do Estado da Bahia, crianças em situação de pobreza têm mais do que o dobro de chance de morrer em comparação às crianças ricas, e aquelas nascidas de mães negras e indígenas apresentam maior taxa de mortalidade. Sob essa ótica, é evidente que a falta de recursos afeta drasticamente a vida dessas crianças na sociedade, prejudicando seu tratamento em relação a doenças. Portanto, é fundamental a resolução desse impasse.

Além disso, é crucial destacar que a violência infantil, infelizmente, é uma das causas do aumento da mortalidade entre as crianças. Nesse contexto, de acordo com o site da UNICEF, entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram mortos de forma violenta, e 180 mil sofreram violência sexual. É perceptível que, até em locais que deveriam garantir segurança para essas crianças, muitas vezes se tornam espaços de violência. Dessa forma, é claro como esse empecilho é prejudicial ao desenvolvimento do indivíduo.

Dentre os fatores mencionados, medidas devem ser adotadas. Portanto, é dever da Mídia -como transmissora de informações-, alertar sobre a desigualdade social que afeta a saúde das crianças, por meio de documentários, relatos e filmes, a fim de conscientizar a sociedade sobre suas consequências para a vida desses menores. Assim, também é responsabilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania assegurar bem-estar e proteção para essas crianças, garantindo uma infância feliz para elas. Dessa forma, tal problemática poderá ser resolvida.