Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada

Enviada em 15/10/2024

“A Constituição pretende ser a voz, a letra e a vontade política da sociedade rumo à mudança”. O discurso do deputado Ulisses Guimarães, em 1988, marcou a promulgação da Constituição Federal como bem-estar social e desenvolvimento nacional. Nesse sentido, lamentavelmente, a redução da mortalidade infantil, no Brasil, representa um entrave para o cumprimento desses direitos na prática. Nesse viés, destacam-se dois aspectos importantes: a negligência governamental e a má gestão pública.

Cabe mencionar, em primeiro plano, que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Nessa ótica, de acordo com Confúncio, filósofo chinês, “não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o governo não se preocupa com esse revés, e assim, não melhora o acesso à saúde, especialmente no momento do nascimento, e deveria expandir o acesso ao saneamento básico. Diante disso, fica clara a necessidade de dedicação da regência sob a defesa desses informes.

Outrossim, destaca-se a má gestão pública como impulsionador dos danos. Sob essa ótica, à luz de Émile Durkheim, filósofo francês, “o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade”. Dessa forma, observa-se que a gestão pública não promove recursos públicos à sociedade e, desse modo, faz com que a população não receba auxílio nenhum, e com isso a mortalidade infantil é causada por condições precárias de vida e saúde de uma população que a superintendência não égide. Logo, medidas fazem-se necessárias para corrigir a problemática.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham a conter a mortalidade infantil. Dessa maneira, cabe ao Estado implementar leis que oponham  partos prematuros e melhorar os cuidados pré-natais, por meio de cartazes nas ruas e, até mesmo, campanhas em redes sociais (“Instagram e Twitter”), a fim de assolar os problemas envolvidos.Já a Mídia, influênciar os cidadãos de como é necessário usar camisinhas antes de um ato caso não tenha condições de criar um bebê. Apenas desse modo, com as mudanças abordadas, tal problemática será resolvida.