Como garantir que a 4a meta do milênio = reduzir a mortalidade infantil seja alcançada

Enviada em 16/10/2024

No filme Wall-E, animação da Pixar, o mundo é tão poluído pela humanidade que a Terra torna-se inabitável. Analogamente à ficção, observa-se que a realidade brasileira atual se aproxima à conjuntura mencionada, uma vez que a falta de preocupação ambiental impacta a sociedade, especialmente as crianças, que são mais vulneráveis na questão de resistência às doenças causadas por tal insalubridade. Dentre tantos fatores, cita-se a ausência de saneamento básico e a negligência na saúde publica.

É lícito postular, a princípio, que a infraestrutura precária gera diversos problemas aos pequeninos. Sob essa ótica, de acordo com o site “Agência Brasil”, afirma-se que “em um ano, mais de 300 mil crianças são internadas por doenças relacionadas à falta de saneamento”. Desse modo, é inaceitavél que tal perspectiva percevere no país, já que milhares de jovens na infância são afetados por esse agravamento, o que requer uma mudança.

Outrossim, é fundamental a discussão sobre a omissão existente em meio aos impasses relacionados às péssimas condições dos hospitais públicos. Dessa forma, segundo o Ministério da Saúde toda criança tem direito aos serviços de bem-estar físico, mental e social de qualidade. Portanto, fica evidente que essa não é a realidade atual, mesmo sendo garantida por lei, o que precisa mudar.

Diante dos fatores supracitados, é evidente que medidas devem ser tomadas para a resolução de tal empecilho. Logo, o Ministério da Educação, responsável por promover um bom ensino, deve conscientizar os jovens, por meio de palestras nas escolas, a fim de que tal problema reduza no cenário contemporâneo. Ademais, a Mídia criará campanhas para a melhora no tratamento do meio ambiente, o que diminuirá o efeito negativo da saúde infantil. Só assim, tal problemática será resolvida.