Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 30/08/2019

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), logo após o seu fim em 1945 foi lançada pelo os EUA uma bomba atômica em duas cidades do Japão Hiroshima e Nagasaki, causando a morte de milhares de pessoas e a total destruição da cidade. Os EUA tiveram um propósito ao atacar essas cidades, pois lá havia grandes indústrias textil, logo eram uma ameaça para a economia e o capitalismo americano. Todavia, as bombas atômicas são tão poderosas a ponto de destruir uma cidade inteira.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), ainda existe no mundo uma quantidade de armas nucleares que seria suficiente para destruir o planeta. Tal arsenal subsiste mesmo após numerosos pactos de desarmamento. Conforme demonstra o dado, a humanidade ainda vive sob a sombra das armas nucleares.

É inadmissível que ditadores e superpotências coloquem em risco a paz global e a vida de milhões de pessoas ao manter enormes arsenais atômicos. Um exemplo disso é a recente saída dos Estados Unidos do pacto nuclear com o Irã, que desde então ameaçou voltar a praiticar o refino de urânio com fins não pacíficos.

Fica evidente, portanto, que o problema não é o conhecimento atômico, mas sim a sua utilização. Nesse sentido, Faz-se necessário que a ONU, por meio das lideranças internacionais, cobre de todo os lideres, um sistema mundial de desatomização militar, para que o risco desse tipo de conflito seja minimizado o máximo possível.

Além disso, é preciso que a mídia, por intermédio de seu jornalismo, pressione seus Governos contra qualquer tipo de tensão e ameaças nucleares. Só assim, a tecnologia nuclear será focada na expansão científica e o medo atômico diminuído.