Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 17/09/2019
Atualmente o conhecimento quase unânime da população sobre países fortemente armados que possuem um poder de destruição bélica gigantesco tem atormentado possibilidades de conflitos nucleares que ao longo dos anos vem expandido-se rapidamente.
Em primeira instância é importante destacar que o mundo novamente vivencia um período de tensão, lembrando os duros anos em que a Guerra-Fria atormentava os territórios da União Soviética e dos Estados Unidos. Porém hoje, com países mais desenvolvidos, essa tensão é ainda maior, tendo em vista também que o desenvolvimento bélico e tecnológico ampliou o conhecimento sobre a produção de novos meios de destruição em massa.
Segundo Leon Panetta, ex-secretário de defesa dos Estados Unidos, a atual tensão entre a Coreia do Norte e os EUA tem sido o alto foco da imprensa já que ambas as partes (Donald Trump e Pyongyang) cooperam para um clima hostil de provocações durante reuniões políticas e congressos presidenciais. Além disso é de extremo interesse saber que testes nucleares tem sido feitos por ambas as partes, com ogivas e mísseis direcionados estrategicamente para ambos os territórios.
Como forma de amenizar o medo da população quanto a conflitos nucleares, cabe aos órgãos vigentes de segurança e paz mundial como a ONU (Organização das Nações Unidas) a implantação de palestras que visem uma melhor explicação do que está acontecendo e também a implantação de medidas penalizantes a países cujos ideais sejam diferentes aos termos prescritos para serem seguidos para que haja uma conformidade e não um medo global.