Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 01/09/2019

Na história do mundo, diversos foram os eventos que marcaram a humanidade. Entre eles, encontram-se aqueles que, prioritariamente, causaram muitas tristezas e avanços, mutuamente, como é o caso das guerras, cujas magnitudes aumentaram com o tempo. O principal fator é que, muitos dos acontecimentos históricos tendem a se repetir quando não bem terminados, tal como embates atômicos; o que é um problema e precisa ser resolvido.

Em primeiro plano, pode-se relembrar momentos de tensões durante a Guerra Fria, após a Segunda Guerra Mundial, quando duas grandes potências se armaram com bombas atômicas e amedrontaram a população mundial. Atualmente, devido às ameaças dos Estados Unidos e Coreia do Norte entre si, o mundo se viu, novamente, intimidado, com medo de uma nova grande guerra, após tantas histórias de dor e sofrimento já conhecidas.

Em segundo plano, percebe-se que, assim como as bombas de Hiroshima e Nagasaki destruíram duas cidades e afetaram até mesmo a genética local em 1945, com o avanço das tecnologias, principalmente as de guerra, é fato que as consequências de um conflito atômico seriam extremamente arrasadoras e de maior amplitude hoje em dia. Ademais, deve-se levar em conta que os dois principais países envolvidos nessa questão são os de maiores gozo quanto aos investimentos armamentistas. Logo, não precisaria de muito para que um país inteiro fosse dizimado.

Conclui-se, então que a energia nuclear é um eterno perigo e o Governo Federal, com o Ministério da Segurança e Tecnologia, deve adquirir um sistema de prevenção para todo e qualquer tipo de ameaça à segurança nacional por meio da energia nuclear, provenientes por acidentes ou por disputas internacionais. Dessa forma, ao promover relações amistosas (intervindo nas de outros países também), a população poderá manter-se tranquila e o bem comum será estimulado.