Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 31/08/2019
O PERIGO DA BOMBA ATÔMICA
Quando se ouve, pela imprensa, as veladas ameaças trocadas entre dirigentes das mais populosas e desenvolvidas nações, não se tem ideia do perigo que essas ameaças representam. Mas, quaisquer que sejam os termos empregados, todos estão falando de artefatos bélicos das mais variadas construções e presumíveis poderes de destruição. Apesar da diversidade de tipo e de poder explosivo, tais armas são, genericamente, conhecidas como bombas atômicas! E quando se fala em bomba atômica logo nos vem à lembrança a nação japonesa.
Foi no Japão, mais precisamente nas cidades de Nagazaki e Hiroxima, que os Estados Unidos lançaram as primeiras bombas atômicas, com a finalidade, segundo eles, de forçarem os japoneses a assinarem acordo de paz para que se tornasse viável terminar com a segunda grande guerra mundial. O paradoxo ficou evidente, pois para forçar um acordo de paz os Estados Unidos mataram centenas de milhares de japoneses!
A ameaça da bomba atômica persiste ainda hoje em decorrência do desenvolvimento científico que permite a construção de bombas cada vez mais potentes. Estados Unidos e Rússia são os detentores dos maiores arsenais atômicos, beirando a cifra de 5.000 armas nucleares em cada país, em condições de uso imediato. Essa disputa beligerante põe em risco a população mundial uma vez que os poucos países, cerca de nove, que possuem armamento atômico seriam envolvidos em um não desejável ataque bélico ocasionado por qualquer país.
E a nós só nos resta manifestar preocupação e desejo que todas as nações do mundo suspendam suas atividades bélicas e ponham fim a seus arsenais. E cumpram as determinações da vasta gama de tratados limitadores de atividades nucleares, coordenados por órgãos das Nações Unidas que controlam e fiscalizam tais atividades.