Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 01/09/2019
Energia Nuclear: Escolhas e consequências
Three Mile Island, 1979, Chernobil, 1986 e Fukushima, 2011 foram três graves incidentes estritamente relacionados com usinas termoelétricas, sendo o segundo listado o maior desastre envolvendo a radioatividade de todos os tempos, a explosão do núcleo localizado no reator quatro levou aos céus a contaminação radioativa pela Europa oriental.
Uma energia tão poderosa, mas que por ser tão letal para a vida na Terra, está sendo vetada como opção para produzir energia em países como a Alemanha e Índia, mesmo que para fins pacíficos. Entretanto, a relação entre a energia nuclear e as relações internacionais não têm se mostrado muito fácil de se remediar. O caso mais atual de uma “Crise dos Mísseis, parte dois” ocorreu ano passado entre Estados Unidos e Coréia do Norte, os dois países trocaram farpas e ameaçaram entrar em um conflito de larga escala que poderia resultar em uma guerra nuclear.
O programa nuclear Paquistanês simboliza uma realidade preocupante. Por não possuir meios tecnológicos para desenvolver seus próprios armamentos nucleares, o Paquistão comprou equipamento nuclear da Africa do Sul durante o Apartheid, quando o país sofreu de uma grave crise econômica. Este fato expõe a grave facilidade de acesso a equipamentos de destruição em massa, e necessita de observação internacional, com a não proliferação de armas nucleares.
Uma energia tão formidável, cobra um preço muito caro para os seres vivos. Irreversível e irremediável, as fontes de energia nuclear, como usinas nucleares, têm de ser monitoradas constantemente pela ONU, ou então extinguidas, assim como a não proliferação de armas nucleares ao redor do mundo