Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 01/09/2019
Atualmente, o mundo ainda observa os reflexos político-sociais que a Guerra Fria causou no final do século passado, os quais foram consequência de uma rixa ideológica entre os Estados Unidos e União Soviética. Durante esse período, quantidades grotescas de armamento bélico foram armazenadas e a situação global era de tensão extrema. Afinal, uma guerra nuclear devastaria o planeta e grande parte da população. Esse medo pela bomba atômica, contudo, pode ser exatamente o estopim para a guerra e saber lidar com o mesmo fará toda a diferença.
O ser humano reage rapidamente a qualquer tipo de ameaça externa, devido a produção de cortisol, hormônio da “luta ou fuga’’. Portanto, a diplomacia entre países, principalmente aqueles que carregam certa inimizade remanescente da Guerra Fria e que possuem ogivas nucleares, é crucial para manter a população calma e instável, sem o medo constante de um ataque que poderia se originar de uma situação de conflito entre dois chefes de estado.
Chefes de estado negligentes que não possuem uma postura pacífica diante de outros países causam medo e nervosismo a população e consequentemente, o pânico se instala. Esse pânico reflete em todas as camadas da sociedade e se não for controlado, pode desestabilizar a população ao ponto de criar caos.
A sociedade deve se unir de forma pacífica e organizar manifestações sempre que as tensões politicas entre países derem indícios de um possível conflito nuclear. Portanto, a única forma de lidar com o medo de uma possível terceira grande guerra é manter a sociedade unida, espalhando ideais de paz.