Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 31/08/2019
O medo atômico teve seu ápice no mundo inteiro quando aconteceu a Guerra Fria. A guerra foi uma disputa entre a União Soviética e os Estados Unidos onde ambos tentaram mostrar o seu poder. A tensão cresceu quando a União Soviética implantou seus misseis em Cuba, e logo os Estados Unidos dando uma resposta fez o mesmo, e implantou seus mísseis em uma ilha. Essa tensão durou poucos dias, pois os países entram em acordo, mas não deixaram a disputa de poder de lado.
Com o passar das décadas, eventos como a queda da União Soviética e o crescimento das tensões com os Estados Unidos aumentaram a sensação de vulnerabilidade da Coreia do Norte. Como forma de lidar com a crescente diferença militar e econômica em relação à Coreia do Sul e também conseguir algum poder de barganha em futuras negociações, os norte-coreanos aceleraram o seu programa de desenvolvimento de armas nucleares nos anos 1990.
Nos dias de hoje temos uma tensão ainda incluindo os Estados Unidos, mas agora com a Coréia do Norte. Onde os presidentes Donald Trump e Kim Jong-un estão mostrando a cada dia a sua potência com armamento nuclear. São duas grandes potencias que se iniciasse uma guerra fariam um grande estrago no mundo inteiro. No Brasil está tensão não está tendo um grande impacto. A preocupação do povo brasileiro está em diversas dificuldades que o país está enfrentando.
Uma forma de evitarmos disputas de poderes é saber quem colocamos para liderar o nosso país. O medo atômico não é um medo qualquer, é um medo de uma nova guerra e uma nova disputa entre países que colocam a arrogância em primeiro lugar. Também é muito importante expor a sua opinião para o mundo, e dizer se você concorda ou não com as atitudes que o seu país está tomando. Devemos ter a consciência de que também temos poder, não só o nosso governo.