Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 01/09/2019
Albert Einstein um dos maiores físicos da humanidade é considerado um dos pilares da física moderna, porém nem todo seu trabalho gerou um bom resultado, ele foi responsável pela arma mais destrutiva criada por um homem, a bomba atômica. Mesmo sabendo dos perigos os países continuam a fazer teste como essa poderosa arma de destruição em massa sem nenhum tipo de cautela, e até mesmo ameaçando uns aos outros de um ataque atômico, mas como será que a população encara isso? E que medidas estão sendo tomadas para o incidente da segunda guerra mundial não se repita.
A bomba atômica é uma bomba de fissão derivando sua força de reações nucleares, sendo capaz de destruir cidades inteiras e deixar resquícios que penduram por várias gerações. O medo e a tenção em que os países atualmente pode ser comparada (em uma escala menor), a crise dos mísseis que ocorreu durante a guerra fria, provocando foco total na disputa que ocorria entre os EUA e a URSS, porém dessa vez os protagonistas dessa história são os EUA (novamente) e a Coréia do Norte, tendo mais uma representação do combate clássico entre socialismo e capitalismo.
Mas o principal problema desse medo mundial são as faltas de provas de que uma guerra possa a vir acontecer, essa tenção entre os já é vista desde o governo do ex-presidente dos EUA Barack Obama, principalmente devido aos teste nucleares da Coreia do Norte, mas são passa de uma tenção criada na baixa provabilidade de ter uma guerra, isso pode ser confirmado pelo acorde que o atual presidente dos EUA Donald Trump fez com o ditador da Coreia do Norte Kim Joung - un.
O medo criado tem muita influencia da falta de busca de informação verídica do cidadão comum da sociedade e o apelo da mídia, é necessário o desenvolvimento mais crítico e racional do cidadão para que ele possa analisar de maneira mais calculista os fatos que o levaram a crer no medo de uma possível guerra nuclear, porém isso é algo que pode ser incentivado pelo governo, mas que provem diretamente do cidadão a vontade de desenvolver o pensamento crítico, assim reduzindo o medo mundial de uma guerra atômica.