Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 01/09/2019

Estragos Nucleares

Todas as potências mundiais, atualmente, possuem o poder bélico como principal meio de proteção de sua nação e suas riquezas. Uma das formas de ataque com maior destruição territorial seria a utilização de bombas atômicas / nucleares, pois causam o drástico aumento aos níveis de radiação em grandes distâncias, tornando o local afetado inóspito.

Após o ataque dos Estados Unidos ao Japão, próximo ao fim da segunda guerra mundial, onde foram enviadas duas bombas nucleares, uma em Hiroshima e outra em Nagasaki, este foi o primeiro e único ataque atômico contra alvos civis. Dentro dos primeiros meses após os ataques atômicos, os efeitos agudos das explosões mataram entre 90 mil e 166 mil pessoas em Hiroshima e 60 mil e 80 mil seres humanos em Nagasaki. Cerca de metade das mortes em cada cidade ocorreu no primeiro dia.

Por conta da quantidade de estrago que as bombas atômicas causaram, o Tratado de não proliferação de armas nucleares (TNP) é um acordo entre 189 países assinado em 1968, em sua origem, o tratado tinha como objetivo limitar o armamento nuclear de cinco países dos quais reconhecem ser detentores de armas nucleares: Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China. O medo atômico é atualmente um problema para todas as nações, pois, com os avanços tecnológicos, uma nação que investe em poder bélico possui muito mais facilidade de produção de armas como a bomba nuclear, e também possui facilidade de produção de mísseis ou bases de lançamento para cobrir o mundo inteiro.

A forma mais civilizada e correta de agir para com o medo nuclear é, manter os acordos como o TNP em dia, e manter o contato com países não participantes dos acordos militares de bloqueio de armas nucleares como a India, Coréia do Norte e Paquistão, para que possa vir a uma possível intervenção nas pesquisas nucleares militares. Enquanto que busquem a paz através de tratados, manter as forças militares da ONU sempre na proteção de países sem poderio bélico.