Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 19/10/2019

Nas proximidades do término da Segunda Guerra Mundial, um bombardeio japonês na base militar americana de Pearl Harbor, desencadeou posterior, o ataque com bombas nucleares em duas cidades japonesas; Hiroshima e Nagasaki. Nesse contexto, esse contragolpe orquestrado pelos americanos encerraria a grande guerra. Não obstante, no momento presente, o temor de um ataque nuclear é ainda assombroso, visto que, cerca de 70 anos sem grandes recursos, esse bombardeio foi extremamente mortal deixando mais de 300 mil mortes subsequente sequelas físicas e psicológicas.

Em primeira análise, vê-se que, pós Segunda Guerra Mundial houve alguns conflitos internacionais, não tão mortais, mas que fizesse a população refletir se haveria uma arma com poder de destruição, assim como as que destruiu as cidades japonesas. Na atualidade, sabemos que existe a bomba de hidrogênio com poder destrutivo de 100 vezes maior que a bomba atômica. Consoante ao pensador George Santayana “Aqueles que não conseguem lembrar do passado, estão condenados a repeti-lo”, depreende-se, portanto, a necessidade da conscientização das nações ao poderio que contém uma bomba hidrogênio.

Outrossim, no âmbito social, é possível ainda avaliar tendência permanência do problema, visto que, não existe uma regulamentação para que seja solucionado esse impasse mundial. Recentemente, dados importados da ONG Nuclear Threat Iniciative, relatou que existem cerca de 14 mil ogivas nucleares, e que 92% estão em território americano e russo, um grande problema pois potências mundiais que se sentem menosprezadas poderá investir em armamento, uma crescente ainda maior número de ogivas.

Destarte, é dever da ONU (Organização das Nações Unidas) promover medidas que atenue o quadro atual vigente. Para conscientização das nações a respeito do problema, urge que conferência sejam criadas, pela ONU, para incentivar a diminuição de armas nucleares nessas conferências sejam apresentados estudos dos efeitos globais do armamento global. Ademais, somente assim será possível pacificar o planeta que isso não se repita, em contextos passados frente às cidades japonesas.