Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 27/12/2020
Raios X, radioterapia e ressonância magnética são alguns dos procedimentos médicos de radiação com extrema importância na saúde pública. No entanto, convém afirmar que o uso de insumos radioativos utilizados para praticar danos à vida está em alta na esfera mundial, visto que, devido aos conflitos políticos, a ameaça da bomba atômica, por exemplo, é preocupante e tem assustado a população. Logo, é preciso que medidas sejam tomadas para mitigar esse panorama de medo civil.
Em primeira análise, deve-se pontuar que a possibilidade de uma Terceira Guerra Mundial, abastada de armamento nuclear, é uma discussão que gera medo e instabilidade no contexto social, visto que já houve atentados catastróficos com o uso desses materiais. Exemplo disso, foi a explosão de bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, por motivos banais de conflitos políticos entre Japão e Estados Unidos, ao final da Segunda Guerra Mundial. Portanto, fica clara a necessidade de, principalmente, o Brasil posicionar-se de forma neutra nos conflitos mundiais, com intuito de atenuar o pânico que pode ser instaurado na população do país.
Além disso, vale ressaltar que instabilidades políticas não deveriam chegar ao ponto de, eventualmente, levar ao óbito de civis com armas nucleares. Afinal, já ratificava Rousseau, que é obrigação do Estado garantir o bem-estar social e o direito à vida igualmente para todos. Em suma, é evidente que essa regra contratualista deve ser respeitada, isto é, países devem recorrer à diplomacia na resolução de conflitos externos.
Em virtude disso, uma solução plausível para abrandar o medo da populção, a respeito das bombas atômicas, será a criação do projeto ‘‘Neutralidade Nacional’’ pela União. Posto isso, com verbas federais, assembleias serão subsidiadas, anualmente, para discutir formas que viabilizem a neutralidade brasileira em conflitos mundiais. Destarte, com os três poderes atuando nessa questão o medo civil será reduzido. Ainda, a Organização das Nações Unidas (ONU) deve veicular campanhas que abordem a importância da diplomacia. Assim, o panorama atual irá mudar.