Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 09/08/2021

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa a o medo atômico na sociedade, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade do país, sendo por uma guerra atômica.

É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o ódio em geral rompe essa harmonia, haja vista que em qualquer lugar ou circunstâncias habita o enraivecimento.

Outrossim, de acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Todavia, o medo de haver uma guerra já custa o desespero, bem como uma guerra atômica.

É evidente, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, a mídia deve expor essas adversidades preferentemente. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas, e essas mudam o mundo.