Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 09/08/2021
Em 1945 duas cidades japonesas foram devastadas por bombas atômicas americanas, tendo mais de 140000 mortes só na primeira cidade, sem nem mesmo contar com as vítimas da radiação. Nesse contexto, percebe-se que o medo atômico não é algo atual já que, assim como ocorreu em Hiroshima e Nagasaki, tem um perigo brutal que assusta o mundo todo. Dessa forma, nota-se que a falta de conscientização global e, consequentemente, o aumento de disputas por poder agravam o problema.
Vale ressaltar, a princípio, que grande parcela da população não tem consciência da gravidade de uma guerra nuclear. Nesse contexto, percebe-se que bombas atômicas foram criadas com o intuito de disimar, destruir e abalar populações demonstrando poder mostrando-se, assim, uma situação critica. Desse modo, nota-se que com maior acesso ao conhecimento e, dessa forma, maior conscientização da população desentendimentos graves entre países podem ser evitados, assim como as guerras nucleares.
Em consequência, desde a Guerra Fria, potências mundiais disputam por poder e soberânia, sem se importar com quem vai sofrer no caminho. Nessa lógica, nota-se que assim como as bombas usadas no japão foram estratégicas, justamente para demonstrar poder, ainda hoje existem ameaças de semelhantes serem usadas em disputas políticas. Dessa forma, observa-se que essas discussões políticas devem ser evitadas.
Portanto, visando mitigar o medo atômico, medidas são indispensáveis. Faz-se necessário, então, que o Estado tome atitudes apaziguadoras, buscando sempre o menor número de conflitos desnecessários, a partir de diplomacias especializadas. Dessa forma, acontecimentos como o ocorrido em Hiroshima e Nagasaki serão evitados.