Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 06/08/2021

No filme americano, “Mad Max”, vê-se um cenário apocalítico causado por uma guerra nuclear. Fora da ficção, esse é o imaginário que a população em geral tem das consequências das atividades nucleares, conhecido como medo atômico. Porém, o que, pouco se sabe é que a radioatividade está presente por todo o nosso dia a dia em pequenas, e é essencial para o diagnóstico médico por exemplo, tão quanto é extremamente perigosa em grandes quantidades. Sendo assim é importante que a radiotavidade seja utilizada com consciência e que os governos tomem medidas para lidar com suas consequências.

Em primeira análise, é importante ressaltar os ocorridos em Hiroshima e Nagasaki no Japão, onde foram feitos bombardeios atômicos que causam consequências até hoje. Entretanto, as atividades nucleares não se limitam apenas a bombas de destruição em massa, mas também atuam na geração de energia, e que apesar de terem seu grau de perigo, a NASA concluiu que a energia nuclear desde 1978 salvou mais de dois milhões de pessoas devido a não liberar os gases tóxicos que umas usina de carvão liberaria. Dando assim, uma nova perspectiva a respeito delas.

Não obstante, ja existiram na história desastres relacionados as usinas nucleares como em: Fukushima, no Japão e Chernobyl, na Ucrânia. Porém é constatado que as inovações nucleares praticamente pararam nos anos 70, logo utilizam-se modelos antigos e tanto a prevenção de tais desastres quanto novas formas de lidar com os resíduos tóxicos das usinas poderiam existir com tecnologias mais modernas na área.

Dessa forma, é evidente que medidas devem ser tomadas para a amenização do medo atômico. Por isso a ONU deve trabalhar junto com os países que realizam atividades nucleares em reuniões e acordos, a fim de criar formas de descartar o lixo nuclear, assim como a eliminação total de bombas atômicas, para que assim a sociedade fique cada vez mais distante da realidade mostrada em “Mad Max”.