Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 10/08/2021

Durante a Guerra Fria, o surgimento dos super-hérois mais conhecidos atualmente teve um importante papel no decorrer das décadas, exemplo disso, é o personagem Capitão América, cujo sua imagem está atrelada ao símbolo nacionalista norte-americano. Em virtude disso, é possível perceber as marcas que o pós-guerra deixou, o medo atômico e a influência midiática sobre as grandes potências mundiais.

Em primeiro lugar, as consequências das antigas guerras ainda estão presentes no contexto atual. Segundo o filósofo e poeta espanhol, George Santayana, ‘‘Aqueles que não conseguem lembrar o passado estão condenados a repiti-lo’’. Seguindo essa analogia, o pensamento do filósofo sobressai em uma das problemáticas do medo atômico - as ameaças que o mundo contemporâneo enfrenta - casos que envolvem as potências mundiais como, Estados Unidos e Coreia do Norte se tornam gatilhos para a sociedade.

Além disso, a Segunda Guerra Mundial gerou um assunto que se estende até os dias atuais. A propaganda nazista, que era disseminada pelo ministro Joseph Goebbels estimulada xenofobia, preconceito e intolerância. No contexto atual, os meios midiáticos possuem um papel social extremamente importante, de informar, no entanto , o sensacionalismo contruibui para a tensão da população, quando esses veículos propagam falsas notícias e o ainda saem ilesos.

Portanto, urge que medida devem ser tomadas para amenizar e controlar o atual momento global.  O Ministério da Tecnologia devem realizar  intervenções, juntamente com os meios midiáticos e as grandes emissoras de televisão, para realizar projetos que visem espalhar notícias verídicas sobre armamento bélico e questões nucleares, podendo ser exibido para todos os plúbicos, para que haja um maior alcance acerda dos esclarecimentos corretos da atual conjuntura que as pessoas vivem. Dessa forma, as aflições e o medo serão amenizados e até mesmo erradicados.