Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 09/08/2021
O medo das bombas atômicas acampanha o ser humano há décadas. Em 1945, as cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki foram destruidas por bombardeos do Estados Unidos, dando fim a segunda guerra mundial. Nesse contexto, atualmente, devido a algumas atitudades geopolíticas, a população mundial teme uma guerra atômica por seu grande poder destrutivo.
Primeiramente, é essencial lembrar da Guerra Fria que aconteceu de 1947 a 1991, que mesmo sendo um conflito sem ataques diretos, o Estados Unidos e a União Soviética desenvolveram poder bélico tão grande, que preferiram não lutar, pois tinham força para acabar com o planeta Terra inteiro. Nessa perspectiva, como avanço da tecnológia constante, as famosas fake news rodam cada vez mais, disseminando ódio, medo e desinformação em massa no globo inteiro.
Entretanto, com todo o comhecimento de destruição que guerras atômicas causam, em 2017 a ONU criou um tratado mundial que foi aprovado por 122 países, que proíbe o desenvolvimento, produção, teste, armazenamento, transferência ou ameaças de uso de armas nucleares. Por outro lado, vários países com poder núclear não assinaram o tratado, que por esse motivo, assombra a vida da população global que em alguma hora, aconteça uma guerra entre dois países e todo o planeta seja afetado.
Visando a problemática, medidas são necessárias para resolver o impasse. A ONU deve criar mais políticas mundiais, devem conscientizar os países do quão ruim seria uma disputa nuclear, com o objetivo de evitar tais problemas no futuro. O Governo Federal deve por meio da mídia, criar campanhas de conscientização para o povo brasileiro, com o intuito de diminuir a ignorância e ajudar no combate as armas núcleares.