Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 09/08/2021

No final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, os japoneses se depararam com um grande clarão que cortava o céu de Hiroshima. Desde então, a civilização do Japão e do mundo inteiro viu-se exposta ao perigo que são as bombas de potencial atômico cuja produção foi incentivada na Guerra Fria e se aprimorou até os dias atuais. Logo, é de suma importância que haja um debate acerca do medo nuclear gerado nas pessoas atualmente.

Primeiramente, é pertinente a angústia da população tendo em vista o cenário em que os países do mundo inteiro estão atualmente.  Na sequência, a notícia publicada no dia 02 de agosto de 2019 pelo site Exame denuncia que os Estados Unidos e a Rússia saíram do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário. Logo, ambos os presidentes de Washington e Moscou começam uma ‘’nova corrida armamentista’’ pois a produção de armamentos de médio-alcance começou a crescer e a disputa entre americanos e russos continua acirrada para ver quem possui maior potencial nuclear bélico.

Outrossim, o medo atômico da população surge também devido às consequências que vazamentos nucleares possam causar nos seres humanos. Depois do episódio causado pelos Estados Unidos em Hiroshima e Nagazaki, diversos relatos surgiram alegando que após a eclosão da bomba na cidade de Hiroshima várias pessoas ficaram zanzando pelo local inexpressivos e com os corpos queimados. Os efeitos causados pela radiação são muitos, podendo ocorrer a destruição de células do ser humano, mutações e queimaduras além de prejudicar recursos essenciais à vida humana como a água potável.

Portanto, cabe à ONU o esclarecimento à população sobre a produção desses equipamentos atômicos através de meios midiáticos para maior alcance e também a criação de políticas de contenção guerrista. Além disso, é necessário que haja uma fiscalização nas empresas que trabalham com atividades nucleares a fim de evitar acidentes atômicos.