Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 03/08/2021
Com o avanço da tecnologia, o ser humano desenvolveu novas técnicas para lidar com moléculas químicas e resultados como novas itens usados na medicina, no dia a dia, na tecnologia e, infelizmente, em armas. Algumas destas moléculas contém radiação, algo extremamente delicado que devido a eventos catastróficos, causam um grande medo na humanidade. Entretanto, este medo é realmente necessário?
Primeiramente, deve-se entender os eventos ocorridos para que este medo tenha chegado a população, o primeiro aconteceu em 1945, com o lançamento das duas bombas lançadas pelo Estados Unidos sobre as cidades de Hiroshima e Nagazaki, acidente que matou dezenas de milhares de pessoas e que causa vitímas até hoje. Durante a segunda metade século XX, a guerra fria com a polarização do mundo entre URSS e EUA, deixou a população mundial de mãos atadas com medo de uma possível guerra nuclear entre as duas potências. Outro grande evento ocorreu em 26 de abril de 1986, na usina nuclear soviética de Chernobyl, que explodiu e espalhou uma nuvem radioativa durante a europa, evento que tem sequelas até hoje, além destes eventos, também ocorreram o acidente de césio 137 em Goiânia e a explosão da usina de Fukushima.
Diante disso, se torna claro o motivo do medo da humanidade, atualmente, a palavra atômica e radiação são mais tabus do que algo normal. No entanto, com o devido cuidado e procedimento correto, a energia nuclear se torna mais segura, rentável e agradevel ao meio ambiente do que outros meios, como as de combustíveis fosseis. Além dos grandes benefícios para a medicina que os itens atômicos podem ter, como raio X.
Em suma, o medo atômico é algo ainda muito comum entre as pessoas. Deve-se, por meio de jornais e documentários, informar a população sobre os benefícios de energia e outras funções. E por fim, os governos devem se entender para que exista uma baixa ou nenhuma quantidade de bombas nucleares, para a segurança da Terra.