Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 09/08/2021

Na Segunda Grande Guerra, os ataques às cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki causaram medo a diversas nações sobre a iminência de um ataque nuclear. E, durante o início de 2020, a ameaça de uma Terceira Guerra Mundial surgiu após o assassinato de um dos líderes do Irã, resultando na volta da apreensão que surgiu em 1945.

Em primeiro plano, o uso de quaisquer tecnologias provindas de energia nuclear é extremamente perigoso, como pôde ser visto na tragédia de Chernobyl. Sob esse viés, é notório que o uso de armamento nuclear pode causar desastres a nível nacional, causando mortes e prejudicando a saúde de civis, visto que, além da força de impacto, as bombas liberam diversas substâncias tóxicas. Entretanto, quando a Guerra Fria - confronto ideológico entre Estados Unidos e União Soviética - surgiu e, com ela, a corrida armamentista, a produção de armas nucleares aumentou significativamente.

Contudo, a Organização das Nações Unidas (ONU) elaborou o Tratado de Proibição de Armas Nucleares (TPAN) que proíbe a produção e o uso desse tipo de armamento. Nesse contexto, um ataque nuclear deveria ser uma realidade distante, todavia, muitos países ainda não aderiram ao acordo, e, entre eles, está a maior potência bélica da atualidade, os Estados Unidos, e a Coreia do Norte, sua rival. Então, com a rivalidade dos dois países com grande poderio bélico, uma nova guerra é possível e causa temor a todos.

Em suma, cumpre reiterar que as armas nucleares causam destruição em massa e seu uso deve ser evitado ao máximo. Urge, portanto que a Organização das Nações Unidas promova reuniões com os principais líderes dos países e implemente políticas de retenção armamentista, a fim de evitar o uso de bombas atômicas. Ademais, cabe à ONU garantir que informações confiáveis sejam transmitidas nas mídias com a finalidade de que a população obtenha mais conhecimento acerca do assunto. Assim, garantindo que nenhum desastre como o de Hiroshima ou Nagasaki volte a acontecer.