Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 10/08/2021

Desde a Guerra Fria, período marcado pelo conflito indireto entre os Estados Unidos e a União Soviética, as duas potências da época, foi alimentado um sentimento de temor diante da possibilidade de uma guerra atômica acontecer. Nesse sentido, põe-se em questão maneiras de enfrentar o terror instaurado na sociedade. Tendo em vista que, isso é resultante de dois fatores: a despreparação do Brasil e as constantes ameaças de ataques entre países. Desse modo, faz-se a análise da conjuntura com o objetivo de minimizar a problemática.

Primordialmente, é fundamental salientar  o despreparo caso aconteça uma guerra. Uma vez que, na 2 guerra mundial, o Brasil deu preferência a neutralidade, já que o país não possui um poder bélico elevado e equipamentos para sustentar uma guerra. Diante disso, percebe-se como isso contribui para o medo das pessoas, pois, no momento atual, seria mais um desastre que o governo não seria capaz de suprir pela destruição causada por um conflito.

Ademais, é notório a circulação de notícias que mostram as provocações frequentes entre países. Como é observado na fala do ex secretário de defesa dos Estados Unidos, que disse que os ataques preventivos feito pelos EUA à Coreia do norte podem resultar em uma guerra atômica. Nesse viés, essas ações, mesmo que sendo hipóteses, podem trazer sérias consequências, visto que provocam uma resposta do outro país em forma de ataque, levando a ocorrer a morte de milhares de pessoas. Por isso, é substancial a alteração desse quadro.

Portanto, medidas são necessárias para mitigar os problemas discutidos. Para isso, cabe a ONU(Organização das Nações Unidas), responsável por mediar conflitos entre países, promover reuniões entre as nações por meio de audiências a fim de que com diálogo, estes repensem possíveis ataques. Além disso, a ONU deve auxiliar os países pobres diante de um provável conflito. Desse modo, estabelece-se acordos de paz que impedem um terrível desastre causado por guerras atômicas.