Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 04/08/2021
O planeta Terra é formado por variadas formas de vida, culturas e biomas. Nesse viés, é possível afirmar que a ciência tem contribuído intensamente na evolução de suas espécies. Entretanto, pode-se perceber tanto aspectos positivos quanto ao avanço da tecnologia. Por um lado, a medicina nuclear salva vidas diárias, por outro, o acesso à tecnologia das nanopartículas e quartzes podem levar o mundo a uma terceira guerra mundial, o que ocasiona a presença do medo atômico entre os brasileiros, e isso precisa ser combatido.
A princípio, a cura do câncer é a que mais se beneficia das técnicas nucleares. Hodiernamente, há uma ampla diversidade de aparatos utilizados por físico-médicos e radiologistas, os quais foram possíveis com o advento da radioatividade aplicada. Dentre esses super dispositivos, pode-se citar equipamentos de densitometria óssea, colimadores e a câmara de cintilação de Anger - segundo a revista americana Science Magazine. Todavia, muito há de ser evoluído na engenharia em benefício de várias outras enfermidades.
No entanto, a História mostra, em tragédias em Chernobyl e Hiroshima, que o mau uso do plutônio em consonância com o urânio pode levar o mundo até mesmo à extinção. Além disso, os grupos terroristas têm comercializado bombas, principalmente pela Deep Web - camada obscura da internet - com o intuito de dominar territórios e visar o lucro. Nessa perspectiva, tais gangues devastam largas áreas e matam milhares de inocentes, além de despejar materiais radioativos nos oceanos e terrenos próximos a vilas. Logo, medidas são necessárias para sanar a problemática.
Portanto, é primordial que líderes - como prefeitos e governantes estaduais - se reunam pontualmente, por meio de fóruns e debates, a fim de discutir os benefícios e malefícios causados pela energia nuclear. Ademais, esses debates devem ser estendidos a toda população, para que se evite o pânico e o medo de danos atômicos. Outrossim, cabe também às universidades pesquisarem novas formas de descarte desses elementos químicos, mediante verbas do Ministério da Ciência e Tecnologia, para que novas máquinas continuem a serem desenvolvidas e novas patologias possam ser sanadas sem causarem danos ao ambiente