Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 10/08/2021

No decorrer da Guerra Fria, proporcionada pelo embate capitalista e comunista, houve a utilização das armas atômicas que gerou a crise dos mísseis, causando um medo na população mundial que passou no decorrer das gerações. Entretanto, o uso da radiação é de tamanha importância na sociedade atual, sendo usada no ramo de produção enérgetica, medícinal e científica. Isso acontece, devido a falta de conhecimento das informações governamentais, geopolíticas e o que tange a ciência.

Adiante dessa problemática, de acordo com a obra literária Alice no País das Maravilhas, explorada pelo filósofo Mario Sergio Cortella, a falta de um objetivo leva a qualquer lugar. Nesse sentido, pode-se afirmar que uma população sem informações governamentais sobre as usinas nucleares geram notícias que fogem da realidade, boatos e produzem pensamentos céticos sobre a finalidade do uso da radiação. Dessa forma, estaurando uma desconfiança coletiva e uma falta de segurança nacional e internacional, reforçando o medo atômico.

Além do mais, ressalta-se que devido ao histórico nuclear conturbado, a ideia do uso nuclear se perde somente no militar. Entretanto, devido aos avanços da tecnológia, já se consegue gerar energia atômica sem radiação, proporcionada pela fusão nuclear, metódos mais limpídos e eficientes, que podem facilitar uma melhor relação com as usinas.

Infere-se, portanto, que o medo com o uso da radiação deve ser mitigada. Dessa forma, o Ministério da Educação precisa realizar metódos educativos sobre o tema da geração de energia radioativa, usando das telecomunicações e palestras dentro das escolas e centros educativos. Além do mais, o Ministério de Minas e Energia, necessesita invistir em novas tecnológias mais seguras e sólidas, para criar uma confiança na utilização atômica e, dessa maneira, lindando o medo da sociedade.