Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 10/08/2021

Durante a Guerra Fria, na União Soviética ocorreu o desastre atômico de Chernobil, o qual a usina nuclear arrasada, até hoje, não pode ser habitada devido aos altos índices de radiação e gera medo para as proximidades. Evidentemente, esse cenário de angústia não se afasta da situação do desenvolvimento atômico, visto os males causados por bombas e usinas nucleares, e a falta de informações dos indivíduos sobre esse asunto. Desse modo, medidas devem ser feitas para auxiliarem os seres a lidarem com o sofrimento da esfera atômica.

Convém, a princípio, salientar as óbices ocasionadas pelas bombas nucleares como perpetuadoras de estranhamento e medo perante essa temática. Isso porque, tem-se, como exemplo, a bomba de Hiroshima, na Segunda Guerra Mundial, a qual dizimou parte da população e foi retratada, com muito pesar, pelo compositor brasileiro Vinicius de Moraes, , na poesia “A Rosa de Hiroxima”, apresentando as cruéis consequências. Em face a isso, esses males, como infertilidade e risco de câncer, mediante ao fato dos materiais radioativos propagarem resíduos tóxicos por um longo período de tempo, podendo ser perpetuados para as gerações futuras próximas ao local, o que gera aflição aos individuos. Logo, cabe ao Estado permitir condições viáveis de vida para os seres prejudicados por desastresa atômicos.

Outrossim, cabe ressaltar a escassez de informações sobre os materiais nucleares como fator dificultador de ajuda aos cidadões a lidarem com o medo atômico. Assim, como fato exemplificador ocorreu em Goiánia com o Césio-137, o qual uma família manuseou esse elemento de maneira equivocada, propagando desnecessariamente essa radiação. Dessa forma, casos, por falta de conhecimento, como esse dificultam o meio social também pensar no que pode ser positivo quanto ao desenvolvimento nuclear, dentre isso, a geração de energia e lembrar, sobretudo, das enefermidades associadas. Por conseguinte, mais sofrimento é criado e a angústia no âmbito coletivo apenas aumenta.

Portanto, torna-se necessário que a União atue para possibilitar condições para os cidadãos lidarem com o medo nuclear. Dessa maneira, ela deve, em conjunto com a Mídia, promover campanhas publicitárias, por meio da divulgação nas redes sociais e nos canais televisivos, as quais mostrem como identificar a possível incidência de desastres atômicos e o que fazer para amenizar as consequências, por intermédio de respaldo de cientistas especializados no assunto, para que os seres sintam que possuem válvulas de escapes, fazendo eles amenizarem suas aflições. Sendo assim, será viável o distanciamento  do pesar da “Rosa de Hiroxima”.