Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 07/08/2021

Em 1945, ao fim da Segunda Grande Guerra, os Estados Unidos revelaram o poder das bombas nucleares para o mundo ao atacar as ilhas de Hiroshima e Nagasaki, instaurando medo atômico por  quatro decadas. Porém, nos dias de hoje, esse sentimento se da pelo uso da energia nuclear, que apesar de ser segura se bem administrada e não emitir gases de efeito estufa ao meio ambiente é vista com maus olhos pela população. Portanto faz-se imperiosa a necessidade de vencer o medo atômico.

Nesse contexto, convém o fato de que a primeira morte causada pelo desastre de Fukushima (2011) foi confirmada pelo Japão somente após  sete anos do ocorrido. A partir disso, é evidente que com boa administração, seus perigos se equivalem ao de terméletricas. Desse modo, o uso de usinas nucleares seria conveniente ao Brasil, pois este se encontra em uma grave crise hídrica que atinge diretamente o setor elétrico. Além disso, por ser uma energia limpa, seu uso diminuiria drasticamente os impactos no meio ambiente causados pelas hidrelétircas ou pela queima de combustíveis fósseis. Entretanto, o medo atômico -que é enorme no país- ainda é um entrave para a utilização desse sistema.

Em suma, o uso da energia nuclear traria enormes benefícios para a população. Mas, por falta de informações, o medo atômico os impede de aproveitar seu potencial. Logo, urge a necessidade de uma intervenção por parte do Estado  a fim de consientizar o povo. Desta maneira o Governo Federal, mais especificamente o Ministério da Comunicação, deve investir em propangandas informativas nos principais meios de comunicação detalhando como funcionam as usinas e como são historicamente seguras, além de destacar a existencia das termoncleares nacionais Angra-1 e Angra-2 que funcionam a décadas, e não possuem nem um registro de desastre. Talmedida vissa combater o impasse de forma precisa e democrática.