Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 07/08/2021

Em 1945, as bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki encerraram a Segunda Guerra Mundial, mas sua destruição em massa causou grande preocupação no mundo. Atualmente, infelizmente, devido a algumas ações e relações geopolíticas, as pessoas voltaram a sentir esse medo e insegurança eme seu dia a dia.

Em primeiro lugar, com o desenvolvimento da internet e sua função de informação, ela se tornou a principal agência de notícias das pessoas. No entanto, devido à vigilância deficiente e a uma grande quantidade de notícias falsas, isso se tornou um problema ainda maior, logo que informações não confirmadas sobre um possível ataque nuclear acabarm se espalhando rapidamente, causando pânico entre os leitores.

Desta forma, faz-se exalar o surgimento de medo, como reação imediata das massas, permitindo ao governo tomar providências frente a um possível confronto bélico. Evidencia-se, a exemplo, o recente conflinto entre Estados Unidos (EUA) e Coreia do Norte que fizeram com que houvesse retração e a adoção de medidas protecionistas, pelo Governo Norte-Americano, como a consolidação de acordos econômicos com o governo chinês para previnir ataques das bases norte-coreanas. Deste ponto de vista, serão necessários tratados de não-agressão entre países, tal como feitos durante a Guerra Fria, como a Nato promovida pelos EUA e o Pacto de Varsóvia promovido pela ex-União Soviética, para que, desse modo, o medo do povo seja contido.

Diante disso, é necessário que que a organização das Nações Unidas (ONU) em conjunto com os países conflituosos promova políticas de contenção guerrista, a fim de que não se repita o cenário mundial ocorrido nas Guerras Mundiais. É evidente que os conflitos ideológicos tangentes tanto à questões governamentais quanto religiosas se perpetuam pelos Oriente e Ocidente, todavia, há nessecidade de regulamentação armamentista, para o não uso de armas químicas e atômicas em conflitos, afim de que seja promovida a tranquilização da população mundial quanto às questões da manuntenção da vida frente aos conflitos de potências.