Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 09/08/2021
No seriado da netflix “Os 100” os personagens vivem em um mundo pós apocalíptico propagação por uma guerra nuclear que devastou o contaminou toda a vida animal do planeta, os personagens, por sua vez, sofriam um constante medo de ataques atômicos, o que acarretou em diversas doenças psicológicas, como a ansiedade e a depressão. Não distante da ficção, a realidade a global vem a apresentar indícios de possiveis guerras que desencadiariam nucleares que, por sua vez, assombram toda a população. Contudo, mesmo a ameaça nuclear está, em tese, sob controle, uma sociedade não sabe como lidar com o medo atômico. Em suma, esse desnorteamento popular é evocado pelo déficit de investimento no setor de saúde aliada a alienação social.
Diante do exposto, é norório que a saúde é um dos principais fatores no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a décima posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público hospitalar eficiente. Entretanto, a realidade é justamente o oposto e o resultado disso é claramente refletido no aumento do terror nuclear, uma vez que diversas pessoas que adiquirem trastornos psicológicos, como a ansiedade, a depressão e a psicose, não são devidamente atendidas e tratadas, o que leva a um desagravamento do seu caso. Para mais, segundo da revista “Veja”, aproximadamente 86% dos brasileiros relatam algum tipo de trastorno mental. Ou seja, é necessária que medidas sejam recuperadas antes que esses índices almentem ainda mais.
Ademais, vale ressaltar a alienação social como impulsionador do problema, tendo em vista que uma parcela esmagadora da população é constantemente manipulada, por meio de Fake News, e induzida a acreditar que não há acordos de segurança mundial que proíba o uso de bombas atômicas, como é o caso do Tratado Sobre a Produção de Armas Nucleares também conhecido como TPAN, que restringe estritamente a produção desses armamentos. Além disso, segundo o filósofo George Orwell: “A massa mantém a mídia ea mídia controla a massa”. Isso é, é preciso que haja um controle de informações verdadeiras e falsas, ou o caos continuar a se proliferar.
Diante da situação, cabe ao âmbito governamental investir no setor de saúde, com destaque na parte psiquiátrica, por conseqüência, ocasionando um melhor e mais ampla atendido a um paciente que desenvolveram trastonos mentais por conta do medo atômico. Outrossim, outra forma é sensibilizar a mídia para que se engaje e participe de campanhas educativas, pos meio da internet, buscando divulgar à pupulação informações verdadeiras sobre uma ameaça nuclear, como a existência do TPAN. Portanto, dessa forma podemos não apenas garantir o tratamento humanizado de pessoas com distúrbios mentais como também garantir uma informação segura para uma sociedade.