Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 09/08/2021
Em 1945, as bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki puseram fim à segunda guerra mundial, entretanto criaram grande medo a redor do mundo pelo seu poder de destruição em massa . Atualmente, devido a problemas políticos entre países, a população se encontra novamente em medo de uma guerra atômica, uma vez que essas nações em conflito possuem ogivas nucleares.
Em primeiro lugar, o surgimento de medo, como reação imediata das população, fazendo com que os governos contenham frente à um conflito bélico. Evidencia-se o presente conflito vivenciado pelos Estados Unidos e Coréia do Norte que fizeram com que houvesse retração e a adoção de medidas protecionistas, pelo Governo Norte-americano, a exemplo da consolidação dos pactos econômicos feitos com o governo Chinês, para o impedimento de um possível ataque pela base Coreana. A partir disso, a necessidade de um pacto de não agressão das respectivas potências, assim como feito na guerra fria, a exemplo da OTAN promovido pelos EUA e o pacto de Varsóvia promovido pela antiga União soviética, para que haja contenção do medo populacional.
Em segundo lugar, o medo é acentuado ao se estudar as formas de energia existentes, dando a energia nuclear a visão de vilã, muitas vezes em decorrência do lixo atômico, noutras pelos possíveis acidentes. De certo, os dois são fatos, no entanto não é trabalhado nesse ambiente que o uso dessa energia diminuiria a emissão de CO2, e outros gases poluentes, onde por consequência diminuiria também os efeitos estufa, problemas respiratórios que a longo prazo poderiam causar tumores e aumentaria a qualidade de vida dos seres vivos. Desse modo, pensar em energia nuclear é pensar em solução, não em problemas. A longo prazo, ONGs voltadas para o meio
Sendo assim, é primordial que a ONU juntamente à OTAN reunam-se pontualmente a fim de apresentar soluções viáveis para o manuseio da energia nuclear.