Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 09/08/2021
No ano de 1945, com a Segunda Guerra Mundial, houve a maior destruição em massa, ocorrida devido as bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, nas quais puseram fim ao grande confronto. No entanto, devido ao grande poder de aniquilamento das potências, a população mundial atual ainda vive assolada, com medo do desencadeamento de uma nova guerra, gerando assim, uma necessidade de medidas apaziguadoras para maior tranquilidade da sociedade.
Sob tal perspectiva, é válido ressaltar que o modo inadequado de informações de gestões políticas, bem como, a instauração de pânico propagada gerou uma maior apreensão nos indivíduos e em 1953, em seu discurso “Átomos para a Paz”, o presidente dos Estados Unidos Dwight D. Eisenhower propusera o uso da energia nuclear como forma de redimir a humanidade por ter criado uma tecnologia tão maquiavélica. Dessa forma, verifica-se que tal exposição exemplifica essa problemática e como ela age no corpo social.
Ademais, outro revés que, fomentado pela causa citada são as fraudes científicas, com o intuito de agravar quanto aos riscos da radiação nuclear para a saúde humana. Dessa maneira, a dose insegura de radiação levam a consequências prejudiciais, permanentes, ou até mesmo letais para o corpo humano, e isso é confirmado com inúmeras notícias propagadas em noticiários nacionais, o que releva com consistência que a aflição ainda é presente.
Portanto, é de extrema necessidade que a ONU, juntamente com países em extremo conflito, promova políticas de restrição de guerra, com o objetivo de garantir que não ocorra o cenário mundial da Guerra Mundial. Também, cabe a Polícia Militar do meio ambiente, promover maior vigilância em locais com atividades nucleares, a fim de evitar desastres atômicos, em razões negligênciais. Assim, talvez seja possível a formação de uma nação com menor aflição e mais confiança no mundo atual.