Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 09/08/2021
A Guerra Fria foi um período de intensa disputas políticas entre grandes potências mundiais, as quais não escondiam seu poderio militar e nuclear. Dessa forma, desde o advento das bombas atômicas, a humanidade precisou aprender a conviver com a perniciosa ameaça de conflitos internacionais poderem causar catástrofes humanitárias de proporções imensuráveis. Assim sendo, tal entrave é perpetuado pela grande desinformação e falhas diplomáticas, fazendo-se imprescindível a remediação dessas problemáticas.
Nessa perspectiva, é lícito postular sobre como informações precipitadas incitam o medo alheio desnecessariamente. Consoante a isso, o ataque a bases do regime de Bashar al-Assad, na Síria, pelos Estados Unidos (com permissão do Presidente Trump, em 2018), causou fortes tensões internacionais acerca de um possível conflito bélico, todavia, grande parte do receio popular foi instigado por informações precipitadas disseminadas nas redes sociais. Sendo assim, é dever de toda a sociedade buscar amenizar esse problema.
Ademais, é notório discutir sobre como a supressão de medidas por vias diplomáticas agravam o óbice. Análogo a isso, a hostilidade política direcionada a China pelo Presidente Jair Bolsonaro, em 2021, causou severas consequências a relação internacional brasileira com a potência asiática, ou seja, a falta e/ou negligência de diplomacia pode agravar confrontos supérfluos e de simples correções, levando a população a um estado inoportuno de histeria. Dessa forma, é necessário empenho político para atenuar o pânico público de confrontos atômicos.
Em suma, a apreensão atômica permeia a vivência em sociedade. Portanto, cabe ao Ministério das Relações Internacionais criar campanhas de conscientização, por meio das mídias como televisão e redes sociais, a fim de diminuir a incidência de informações e pretensiosas, contribuindo para diminuir o constante medo de conflitos bélicos atômicos. Desse modo, os efeitos da Guerra Fria serão mitigados completamente.