Como lidar com o medo atômico?

Enviada em 10/08/2021

Em 1945, os Estados Unidos puseram fim à Segunda Guerra Mundial por meio de bombas atômicas jogadas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Estes bombardeios foram e até hoje são, juntos, uma das piores tragédias causadas pela humanidade desde os primórdios de sua história. Mais de 70 anos depois, a instabilidade política entre importantes países com grandes arsenais bélico e nuclear segue amedrontando a população mundial, assim como o desconhecimento de seus estoques atômicos.

Em primeiro lugar, a sociedade contemporânea vive em um caos. Apesar de a globalização ter criado inúmeras potências, é aparente a falta de diversidade nos pensamentos de seus líderes. Tem-se como exemplo disso os conflitos na região da Palestina, no Oriente Médio. Israel, uma das nações envolvidas, é pioneiro no desenvolvimento de armas nucleares. Tal país poderia facilmente começar um combate nuclear, o que levaria o mundo à tão temida Terceira Guerra Mundial, que seria incomparável a qualquer outra guerra antes vista.

Nas últimas décadas houve um crescimento extraordinário no desenvolvimento dos setores tecnológicos internacionais. Devido a isso, o medo de que países mais desenvolvidos estejam aumentando seu arsenal bélico é enorme. Principalmente nações como os EUA, Rússia, China e Coreia do Norte, que divergem absurdamente em ideais políticos inviabilizam a paz mundial.

Nesse sentido, cabe à população mundial, por meio de manifestações, redes sociais e ONGs que pressionem os líderes de seus países para que eles se conscientizem das milhões de vidas, casas, cidades que serão perdidas caso algum deles inicie uma guerra. Estes chefes de Estado devem sempre analisar todas as opções ao se depararem com um conflito ideológico, e resolvê-lo desta maneira, ainda no mundo das ideias.