Como lidar com o medo atômico?
Enviada em 10/08/2021
O planeta Terra é formado pelas mais variadas formas de vida, culturas e biomas. Nesse viés, é possível afirmar que a ciência tem contribuído intensamente na evolução de suas espécies animais e vegetais. Entretanto, há tanto aspectos positivos quanto negativos sobre o avanço da tecnologia. Se por um lado, a medicina nuclear salva vidas diariamente, por outro, o acesso à tecnologia das nanopartículas podem levar o mundo a uma terceira guerra mundial.
A primeira questão a ser analisada é a ampla diversidade de equipamentos utilizados por médicos e radiologistas, os quais só foram possíveis com o advento da radioatividade aplicada. Esses dispositivos são utilizados a fim de curar patologias, como, por exemplo, algumas formas de neoplasias, onde é possível citar os diversos tipos de câncer, cujo tratamento é o que mais se beneficia das técnicas nucleares. Assim, é visível a importância do uso dessa tecnologia na área da saúde, onde muito pode ser evoluído em benefício de várias outras enfermidades.
No entanto, a História mostra com as tragédias de Chernobyl e Hiroshima e Nagasaki que o mau uso do plutônio em consonância com o urânio pode acabar com a vida na Terra. Ao passo que as potências mundiais detêm de potentes armamentos bélicos, surge na sociedade o temor da eclosão de uma possível terceira guerra mundial, devido a conflitos geopolíticos entre países.
Portanto, é primordial que líderes mundiais reúnam-se pontualmente a fim de discutir os benefícios e malefícios causados pela energia nuclear. Além disso, esses debates devem ser estendidos a toda população, para que se evite o pânico e o medo. Ademais, cabe também as universidades pesquisarem novas formas de usar esses elementos químicos na medicina, mediante verbas do Ministério da Ciência e Tecnologia, para que novas máquinas continuem a serem desenvolvidas e novas patologias possam ser sanadas.