Como o planejamento urbano pode garantir cidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis

Enviada em 01/09/2025

Na Grécia antiga a “pólis” era parte essencial na vida de uma pessoa, o bem-estar da cidade estava intimamente ligado ao bem-estar de seus habitantes. Hoje, o que vemos nas grandes metrópoles do Brasil está bem longe disso, visto a baixa qualidade de vida da maioria de seus moradores atrelado ao aumento constante da população, principalmente, após o exôdo rural que se deu com a industrialização do país na Era Vargas.

Com isso em mente, é perceptivel que não houve um planejamento urbano sustentável a partir do inchaço urbano que ocorreu naquela era, já que, até hoje as cidades carecem de segurança, seja ela física ou alimentar. Pois, em grande parte, isso ocorreu pela acelerada transformação com vistas somente à economia e, não, ao bem-estar da população. Desta feita, os problemas das metrópoles se acumularam e entraram em estado crítico.

Nesse sentido, a baixa qualidade de vida nas metrópoles precisa de uma solução sustentável, pois, com a globalização a tendência é que essas cidades recebam cada vez mais pessoas. Por isso, uma gestão que foque em habitações, transporte e espaços públicos pode ser a solução para que as metrópoles não sofram com o aumento da pobreza e violência.

Por fim, é necessário que os governos municipais, por meio de suas assembleias legislativas, editem seus respectivos estatutos da cidade com um planejamento sustentável que envolva a melhora na qualidade de vida de seus habitantes com moradias a baixo custo, alternativas de transporte pela cidade e espaços públicos verdes para lazer. Dessa forma será possível coexistir com a cidade à grega.