Como o planejamento urbano pode garantir cidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis
Enviada em 09/07/2025
No Brasil atual, há exemplos emergentes que visam cidades sustentáveis, seguras e inclusivas. Exemplo disso foi a confecção de jardins verticais nos viadutos reformados São Paulo. Entretanto, ainda há a carência de planejamentos que gerem cidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. Nesse contexto, medidas precisam ser adotadas para reverter essa situação que tem como causas o baixo investimento em infraestrutura, segurança e divulgação de campanhas publicitárias do Poder Executivo.
Diante desse cenário, vale salientar que a falta de infraestrutura, segurança e sustentáveis adequadaos colaboram para o problema. Acerca disso, a Constituição Federal de 1988 garante o direito à infraestrutura e habitação em cidades inclusivas e seguras. Sob essa ótica, investimentos deviam ocorrer com a contração de agentes e policiais para garantir a segurança e medidas sustentáveis como a coleta seletiva também deveria ocorrer para garantir a sustentabilidade, além de novas moradias para realocar pessoas de regiões inseguras e inapropriadas de viver. Esses, por vez, ocorrem pelo intenso processo de corrupção e desinteresse por parte do gestor, pois pouco se reverte o dinheiro, é preciso mais investimentos nos mais diversos âmbitos do Governo, sobretudo em infraestrutura, práticas sustentáveis e em segurança e sem eles o problema persiste.
Além disso, é necessário mencionar que parte da sustentabilidade é cada uma das pessoas como agente de mudança, influenciadas por algo. Conforme o filósofo Kant, o homem é resultado do que a educação fez dele e sem a instrução e apuração da sensibilidade para o problema que poderiam ser oferecidos por meio da publicidade, o problema persiste. Com efeito, enquanto há pouca publicidade, há poucos agentes de mudança.
Torna-se evidente, portanto a necessidade de superar desafios do tema. Para isso cabe aos governos estaduais contratem, via certame, agentes, visando a promoção da segurança. Cabe ao Ministério da Cultura, a difusão por meio de publicidade em televisão e “Youtube” que sensibilize e instrua os cidadãos. Cabe às Prefeituras investirem em obras para realocar pessoas em má condições, visando cidades resilientes. Por fim, o Brasil poderá seguir exemplos emergentes como SP.