Como o planejamento urbano pode garantir cidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis

Enviada em 15/07/2025

Segundo o filósofo estadunidense Richard Rorty, “que tipo de mundo podemos preparar para os nossos bisnetos”. Assim, mostra-se relevante refletir sobre como o planejamento urbano pode garantir cidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis diante do aumento da urbanização e do rápido crescimento da pobreza extrema nesses espaços. Dessa forma, esse cenário é constante devido a fatores sociais e econômicos que incitam a urbanização nas cidades, além das mudanças climáticas que afetam o comportamento e a vivência urbana da sociedade.

Em primeiro lugar, é válido dissertar que o planejamento urbano garante cidades seguras e resilientes, sendo reflexo de um conjunto regado por baixos índices de violência e maior acesso educacional. Nessa perspectiva, a visão estereotipada sobre a urbanização desencadeia a desafios na estruturação urbanizada sustentável e á infraestrutura adequada que impacta na presença urbana e garante locais seguros para a temática. Dessa maneira, esse público é afetado com a resistência estatal em negligenciar as transformações sociais e educativas em ambientes sociais mesmo com a Constituição 1988 assegurando a segurança.

Em segundo lugar, é necessário ressaltar que sucede na coletividade ocorrências que a urbanização resiliente e sustentável é a sustentação da acessibilidade e de habitações preservadas em lugares de vulnerabilidades, fomentando o crescimento urbano inclusivo. Nesse sentido, é lícito referenciar o artigo 1°, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que afirma que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, em outras palavras, assevera uma rede urbanizada. Logo, é certa a importância de reforçar o respeito de uma vida plena, haja vista que a desigualdade amplia o impasse relacionado ao planejamento urbano seguro e sustentável.

Portanto, é notória a necessidade de resolver a problemática associada ao planejamento urbano. Para isso, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos e das Cidades intensificar a criação de políticas inclusivas, visando promover segurança, por meio de verbas para a implementação de recursos, a fim de garantir direitos á urbanização. Assim, a realidade e a citação presente figurará na erradicação.