Como o planejamento urbano pode garantir cidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis

Enviada em 11/07/2025

O filme “Batman” apresenta ao telespectador a cidade Gothan, a qual é inundada pela falta de medidas de cotenção de alagamentos. Semelhante à metrópole fictícia, o Brasil atual enfrenta as consequências da sua deficiência de planejamento urbano. Esse problema advém do alto custo de vida nas cidades e da má distribuição de terras, o que não só provoca o surgimento de comunidades em locais não adequados, como também o super aquecimento das cidades.

Nesse sentido, o crescimento do custo de vida nos centros urbanos é um desafio a ser enfrentado. Sob essa ótica, é possível citar a Vila Madalena, bairro tradicionalmente pobre de São Paulo, o qual nos últiimos anos teve o aumento de seu custo de vida, o que obrigou os seus moradores a saírem de suas casas. Consequentemente, sem um lugar para morar, essas pessoas se instalaram em lugares precários sem saneamento básico e com possibilidade de desabamento.

Ademais, a desigualdade de distribuição de terras no Brasil é uma problemática a ser enfrentada. Nessa perspectiva, há o exemplo do exôdo rural, o qual poderia ter sido resolvido com uma possível reforma agrária, a qual distribuiria terrenos para os indivíduos que fossem expulsos do campo. No entanto, o fluxo desenfreado de pessoas às cidades, provocou a utilização do mínimo de espaço, com o máximo de pessoas, por conseguinte, todo o espaço que tinha foi demolido e aproveitado, incluindo as árvores, as quais são as princpais responsáveis pelo resfriamento das cidades.

Diante disso, cabe ao Ministério das Cidades ( órgão responsável por promover o desenvolvimento equilibrado das cidades) desenvolver políticas para impedir o aumento dos aluguéis. Além disso, é necessária a ação do Ministério do Meio Ambiente (órgão responsável pelo desenvolvimento sustentável e proteção dos recursos naturais) impedir a destruição de árvores e áreas verdes, por meio de multas aos responsáveis pelo .