Como o planejamento urbano pode garantir cidades inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis
Enviada em 15/07/2025
O número de pessoas residentes no espaço urbano teve a sua crescente em meados da década de 1960, no Brasil. Ao passo que, os indivíduos se mudavam para as cidades de forma mais volumosa do que acontecia o planejamento urbano para recebê-los. Assim, os grandes centros urbanos brasileiros enfrentam, até hoje, os problemas de inclusão, segurança, sustentabilidade e resiliência. Características essas que causam problemas de desigualdade nos dias atuais, o que deve ser de responsabilidade do Ministério da Economia.
No contexto de organizaçaõ do espaço urbano no Brasil, vale citar que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem crescido em relação à área de cobertura com infraestrutura para garantir as características básicas de vida, como a pavimentação de ruas, a implementação de bases policias e a amplificação do sistema de saneamento básico, por exemplo, ainda que lentamente. Ou seja, mesmo que o país tenha crescido de maneira desornenada e carregue falhas estruturais desde a década de 60, a administração brasileira tenta reparar essas arestas, para que haja melhorias espaciais e sociais a sua população.
Em contrapartida, de acordo, também, com IBGE, as taxas de desigualdade urbana tem sido mais abrupta atuamente no território brasileiro. Com isso, é relevante o questionamento acerca de aonde, então, que o governo brasileiro tem amplificado meios de garantia da resiliênica, sustentabilidade e segurança no território nacional. A resposta está pautada no que se discute no livro " A ralé brasileira" de Jessé Souza, que escancara a falta de acesso da população mais pobre do país - incluindo a infraestrutura e o amparo governamental. Então, nota-se que apenas os indivíduos que residem nos grandes centros urbanos gozam dos privilégios gerados por esse crescimento estrutural, enquanto a maior parte da população - os marginalizados - ainda sofre esses problemas, o que causa se
Portanto, para resolução dos problemas supracitados, é necessário que o Ministério da Economia promova uma distribuição de renda para a melhoria, também, das periferias brasileiras - de acordo com a necessidade mais urgenete de cada espaço. Por meio de reuniões para discussão dos problemas associados à população irbana marginalzada, afim de atenuar as desigualdades no país.